Suponhamos que certo homem, acorrentado na cadeia,apele rogando perdão.Depois,o carcereiro se dirige ao prisioneiro e lhe apresenta um documento provando que seu pedido de perdão foi concedido. O prisioneiro não se sentiria imediantamente grato para com aqueles que lhe outorgaram o perdão?
Então, o carcereiro lê o perdão, desprende as correntes, destranca as portas do cárcere e diz:"Está livre; Vá em paz".
Mas o homem diz:" Sei que o documento enuncia minha liberdade e creio em cada palavra dele,mas ainda estou no cárcere".
O carcereiro diz:" As portas estão abertas,pode sair".
"Sei que todas as portas estão abertas e sei que estaria livre se estivesse fora,mas estou aqui dentro".
O carcereiro insiste: "Ora, Por que voçe não sai? não acredita que o perdão seja verdadeiro?"
"Sim, acredito em todas as palavras que está falando,mas parece que nunca sairei daqui".
O perdão não tem benefício algum para esse homem, por que ele prefere permanecer na prisão em vez de concretizar seu perdão.
O Evangelho de cura para o corpo não tem befício algum para os que não querem aproveitar o evangelho.
O versículo Eu sou o Senhor, que te sara(Êx 15.26c) não tem valor algum para os que não aceitam nem concretizam a promessa de Deus.
Aquele que sara todas as tuas enfermidades não concede benefício algum para os que não confiam nesta declaração e não colocam sua fé em ação.
"Pelas suas feridas fostes sarados" não tem valor algum para os que se recusam a crer que suas enfermidades foram curadas no calvário. Recusam-se a crer que estão curados , porque podem ainda sentir uma dor; por isso dizem: "sei que isso não se refere a mim; não pode significar que estou curado, porque estou doente". E assim, ele se recusa a crer na palavra de Deus por causa do que pode ver ou sentir, esquecendo-se de que a própria natureza da fé é o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das coisas que se não vêem (Hb 11.1).
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
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